Translate

23/06/2014

Estrangeiros listam dez exemplos que o Brasil poderia exportar

Hábitos tipicamente brasileiros poderiam ser exemplo no Exterior
Estrangeiros listam dez exemplos que o Brasil poderia exportar Gilmar Fraga, Arte ZH/

Os hábitos de higiene dos brasileiros estão entre os itens lembrados pelos estrangeiros

Quais são os hábitos brasileiros que os estrangeiros gostariam de ver em seus países? Com base nessa pergunta, surgiu esta reportagem, numa proposta similar à dos “Dez exemplos que o Brasil deveria importar”, publicada em 28 de março de 2010. Os exemplos a seguir foram selecionados a partir de entrevistas com mais de 40 pessoas, que visitaram, moraram ou estão no Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul.

Vale lembrar, é claro, que nenhum dos hábitos é unanimidade entre os viajantes de diferentes países – assim, uma prática pode ser exemplo para uns e não para outros. Tudo depende das experiências de cada entrevistado.

Algumas práticas citadas, inclusive, podem causar um enorme estranhamento, uma vez que nós não as imaginamos como exemplares – como o depoimento de uma grega, que gosta do trânsito daqui, por se buzinar muito menos do que em Atenas. Os aspectos mais lembrados estão ligados ao otimismo, riso fácil e afetividade observados no país.
– Os brasileiros, de modo geral, são alegres. Gosto do modo como encaram os problemas, sempre de bom humor – afirma Elaine de La Sierna, 22 anos, administradora, nascida em Cochabamba, na Bolívia. – O brasileiro é afetuoso, cordial, gosta do riso, do contato humano, mas isso é difícil de exportar – afirma o músico uruguaio Saul Garber, 57 anos.

1 - Festas

As festas no Brasil podem até começar mais tarde, mas com certeza duram mais. Em países da Europa e América do Norte, há leis contra vender bebidas alcoólicas depois de determinado horário. Há bares que abrem a partir das 2h, por exemplo, mas esses são bem mais caros.
–Eu adoro o horário das festas no Brasil, em que se volta para casa às 6h ou 7h da manhã. Na Grã-Bretanha, os pubs fecham às 23h ou 24h. Todos bebem o máximo possível até esse horário e ficam bêbados demais – comenta Harriet Francis, 32 anos, advogada.
– Achamos ótimo não ter que se apressar para beber até as 22h45min, como nos pubs britânicos. A única maneira de continuar a noite é ir a uma boate, onde as bebidas são mais caras e muitas vezes se cobra pela entrada – observa Christine Gaylarde, aposentada, 65 anos.

2 - Abraço

O abraço entre amigos ou até desconhecidos foi lembrado por muitos estrangeiros, dos mais diversos países.
– É muito comum esse hábito no Brasil. Tem o abraço entre homens e o abraço mais carinhoso, com as mulheres. Na França, é muito raro, talvez apenas entre a família. Gostei disso. Pode parecer insignificante, mas muda bastante as relações entre as pessoas, seja entre familiares, amigos ou desconhecidos. Quando voltei para a França, abracei meu pai, e ele estranhou – diz Boris Pravda-Starov, 25 anos, estudante, que morou em Porto Alegre.

– O abraço é muito bom. Ele pode melhorar as relações entres as pessoas. Os chineses não costumam demonstrar emoções, especialmente no que se refere à linguagem corporal: ninguém se abraça nem aperta a mão. É uma grande diferença – comenta Liu Da, estudante chinês, chamado de Miguel no Brasil.

3 - Atendimento

Um dos pontos em que houve mais discórdia entre os entrevistados foi o atendimento ao cliente. Britânicos e franceses, por exemplo, não gostam de ser abordados por atendentes em lojas ou supermercados.
Entretanto, o italiano Alessandro Andreini, 40 anos, conta que uma das frases que mais gostou de ouvir em toda a sua vida foi “Você encontrou tudo o que procurava?”, dita pelo caixa do supermercado. Franco Luis Scandolo, 26 anos, argentino que morou na Itália, também ressaltou esse exemplo.
– O atendimento é um ponto forte do Brasil e se destaca pelo profissionalismo e cordialidade – opina ele.

4 - Jeitinho brasileiro

O tão comentado jeitinho brasileiro não fica de fora dessa lista. Latino-americanos, europeus e um sul-africano ressaltaram o lado bom dessa característica.
– Os brasileiros sempre acreditam que há um caminho para se fazer alguma coisa, e isso os leva adiante – aponta Werner Trieloff, 29 anos, contador sul-africano.
– Quando meus pais me visitaram no Brasil, pude perceber melhor como os europeus realmente se estressam quando algo dá errado. Já os brasileiros ficam tranquilos – conta a estudante Ana González, 22 anos, da Espanha.
O filósofo americano Allan Taylor, 26 anos, resume:
– O jeitinho brasileiro explica o sucesso de quase todo brasileiro no Exterior. A improvisação é a grande arte do brasileiro. Na música, por exemplo, como no chorinho ou no samba, há muito espaço para improvisar. Acho que é por isso que o americano não sabe dançar samba nem jogar futebol.

5 - Compartilhar bebidas

Outro costume do Brasil que poderia ser exportado é o hábito de compartilhar bebidas.
– Compartilhar a cerveja, a caipirinha ou o chimarrão diz muito sobre a generosidade do brasileiro. No início, eu tive dificuldade de me acostumar a isso. O guatemalteco se serve no copo e gruda a mão nele até beber tudo – relata Martin de León McMannis, 22 anos.
Na primeira vez em que veio ao Brasil, a francesa Mathilde le Tourneur du Breuil, 32 anos, passou por um constrangimento por não conhecer esse costume:
– Eu estava com uma amiga francesa e nos deram um copo de caipirinha, numa festa. Nós pensávamos que era só para nós. Muito tempo depois percebemos que era para todos – lembra a professora de francês, hoje moradora de Porto Alegre.
– É um hábito bem legal, que funciona tanto com a cerveja, comprada para todos, quanto com o chimarrão – acrescenta ela.

6 - Estrangeiros são bem tratados no Brasil

A alemã Katharina Ockert, 25 anos, estuda na Unisinos. Apaixonada pelo Brasil, “apesar da grande pobreza e criminalidade”, e fã de vários costumes nacionais, ela avalia que os estrangeiros são bem tratados aqui e que os brasileiros esbanjam disposição na hora de ajudar:
– Lembro uma vez em que eu estava no centro, procurando um banco para retirar dinheiro e pedi informações para uma mulher na rua. Pensei que ela talvez poderia me explicar o caminho, mas ela pegou minha mão e me levou até dentro do banco! Fiquei muito feliz de receber uma ajuda tão legal.
A francesa Clémentine Athanasiadis, 19 anos, ressalta a importância dessa característica:
– Todos foram muito receptivos desde que eu cheguei à PUCRS. Isso é muito importante para os estrangeiros, porque nos sentimos um pouco perdidos no começo. As pessoas sempre me dão informações. Com um sorriso no rosto.

7 - Higiene

Os hábitos de higiene dos indígenas surpreenderam os europeus quando chegaram ao Brasil. Não se pode dizer que ainda se toma banho como os nativos do Brasil faziam naquela época, mas essa característica é uma das 10 coisas da qual Graham Gertz-Romach, britânico casado com uma gaúcha, que viveu por 21 anos no Brasil, sente saudades:
– Os brasileiros são muito limpos. Você não encontra tantos americanos ou pessoas do norte da Europa que tomem um banho por dia e escovem os dentes depois de cada refeição.
A francesa Nathalie Touratier, 25 anos, também percebeu isso:
– Eu fiquei surpresa ao ver todos os meus colegas de trabalho escovarem os dentes depois do almoço. É um hábito muito legal. Os franceses, quando estão no trabalho, geralmente mascam chicletes depois do almoço.

8 - Exercícios

Algo impressionante para estrangeiros das Américas e da África do Sul é a prática de exercícios físicos e o cuidado com a boa forma. Mas só é exemplo se não for excessivo, comenta Matthew Bender, 30 anos, tradutor, morador de Porto Alegre há cinco anos:
– A qualquer hora da noite ou do dia, você vê pessoas caminhando, correndo, jogando bola ou andando de bicicleta. Os brasileiros são muito ativos nos esportes, seja em busca de saúde, seja em busca de beleza.
A estudante Elia Arévalo, 24 anos, da Nicarágua, concorda:
– Acho ótimo quando fecham ruas para as pessoas se exercitarem nos finais de semana. Essa inquietude de se exercitar precisa ser exportada para vários países da América Latina.
O boliviano Mauricio Uriona considera que “o culto ao corpo” algo bom, não importa se por motivos estéticos ou de saúde:
– No meu país as pessoas não cuidam de seus corpos.

9 - Carona

O engenheiro francês Manuel Gourmand, 24 anos, não teve dúvidas ao dizer qual é seu costume brasileiro preferido: o de dar (e receber) carona. A prática pode ser planejada por telefone ou mesmo nos bares ou restaurantes, quando se oferece uma carona inclusive para alguém que acabou de se conhecer.
– É uma coisa tão simples, e que, no entanto, não vi pela Europa. Lá cada um pega seu carro, e quem não tem carro, vai a pé. Mesmo se as pessoas vão para lugares muito próximos – explica Gourmand, que atualmente está em Passo Fundo.
– Na Europa isso não ocorre lá nem entre colegas. Ninguém pensa nessa possibilidade.

10 - Almoço
O almoço como principal refeição do dia é um exemplo para um britânico, um holandês e uma neozelandesa.
– Meu país poderia se beneficiar desse hábito. Os kiwis (neozelandeses) tendem a engolir um sanduíche à mesa do trabalho, e ter uma refeição pesada à noite. Mas um jantar mais leve é muito mais saudável – comenta Victoria Joy Winter, 28 anos, analista de marketing e moradora de Porto Alegre.

Um sanduíche no almoço e um lauto jantar também é algo comum na Holanda.
– Aqui é bom porque geralmente se come algo aquecido no almoço. Eu também gosto do bufê a quilo e rodízio – diz o estudante Marnix van.

retirado: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2010/05/estrangeiros-listam-dez-exemplos-que-o-brasil-poderia-exportar-2898352.html?utm_source=Redes%20Sociais&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=H


19/06/2014

Copa: estrangeiros incluem destinos religiosos no roteiro

Boa parte dos cultos, visitas a templos e pontos turísticos marcados pela religiosidade tem apoio bilíngue para atrair o turista que vem de fora


Os estrangeiros em viagem pelo Brasil durante o período da Copa desejam mais que assistir os jogos do Mundial. São esperados cerca de 600 mil turistas internacionais que devem permanecer no país por volta de 17 dias. No roteiro, está incluído o contato com a cultura brasileira, com a gastronomia e também com as manifestações religiosas. Durante a estada em solo verde-amarelo, os estrangeiros devem, ainda, visitar ao menos outras duas cidades além das sedes, de acordo com estudo do Ministério do Turismo (MTur). Templos, igrejas e ícones aperfeiçoaram o atendimento em outro idioma para atender os visitantes.

Em Brasília, segunda cidade-sede com maior fluxo de turistas, cerca de 490 mil visitantes, entre brasileiros e estrangeiros, poderão assistir missas em quatro idiomas: inglês, espanhol, francês e italiano. A maioria, inclusive, será realizada na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida. A Pastoral do Turismo, segmento coordenado pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), está divulgando a campanha "Copa do Mundo, Dignidade e Paz", que tem por objetivo orientar e acolher os turistas estrangeiros que vieram ao Brasil assistir os jogos mundial. Arquidioceses das 12 cidades-sedes estão distribuindo folhetos com programações de igrejas-locais, além de curiosidades sobre as cidades-sede, os templos e a Copa.

Há também um grupo de missionários evangélicos de diversas nacionalidades que, desde a Copa da Alemanha, acompanham os países que sediam o mundial para convidar os turistas, especialmente nas Fan Fest e nos estádios, a participarem de cultos trilíngues e demais atividades religiosas realizadas nas igrejas evangélicas locais. Durante as ações, que promovem o turismo religioso, os jovens missionários também distribuem materiais que reforçam a necessidade da denúncia e combate à exploração sexual infantil.
Para dar mais conforto aos turistas que desembarcam no país, os muçulmanos, por exemplo, desenvolveram umguia eletrônico em inglês que terá, entre outras funções, a de indicar a direção da cidade sagrada de Meca, para onde os muçulmanos se voltam durante suas orações.

O MTur apoia o turismo religioso com o objetivo de gerar renda para as populações locais e contribuir para o desenvolvimento regional. As viagens que incluem a motivação religiosa são, hoje, um grande impulso ao turismo nacional. Cerca de 15 milhões de brasileiros viajam todos os anos pelo país em busca de destinos religiosos. Os diversos rituais religiosos também agradam os estrangeiros. De acordo com projeção do Ministério do Turismo, 60 milhões brasileiros realizaram 197 milhões de viagens domésticas em 2012. Desse total, 3,94 milhões tiveram como foco o turismo religioso.

Acesse aqui a programação completa das missas católicas nas cidades-sede e aqui a programação do grupo de jovens missionário nas igrejas evangélicas.


http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20140616_2.html

Hotéis têm 340 mil diárias reservadas para a Copa

São cerca de 100 mil a mais que o registrado nas primeiras semanas de abril. Os maiores percentuais de ocupação estão nas cidades de Recife (91%), Cuiabá (89%) e Rio de Janeiro (88%)


A procura por hospedagem durante o período de Copa do Mundo cresceu, de acordo com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), que reúne 25 redes de hotéis do país, com cerca de 600 estabelecimentos e 97 mil unidades habitacionais. Até o dia 11 de junho, um dia antes do início da Copa do Mundo, foram registradas 340 mil diárias para os dias de véspera e dias dos jogos da competição, cerca de 100 mil a mais que apresentada nas primeiras semanas de abril.

Para o Ministério do Turismo, a pesquisa serve como termômetro da ocupação de meios de hospedagem em um período de grande demanda. O panorama de vendas da pesquisa mostra a média de ocupação por cidade-sede. Os maiores percentuais de ocupação estão nas cidades de Recife (91%), Cuiabá (89%) e Rio de Janeiro (88%). Na sequência estão Natal (84%), Fortaleza e Manaus (82%), Brasília (79%), Porto Alegre (74%), Belo Horizonte (73%), Salvador (70%), Curitiba (64%) e São Paulo (41%).
Embora tenha o menor percentual de ocupação devido a sua grande capacidade hoteleira, São Paulo tem 102 mil diárias comercializadas, o maior índice absoluto de reservas entre as cidades-sede. Rio de Janeiro é a segunda cidade, com 66 mil diárias reservadas.

Recife tem se destacado entre as cidades com maior ocupação. É o caso, por exemplo dos dias 25 e 26 de junho, quando jogam na capital pernambucana, Estados Unidos e Alemanha. Segundo informações da FOHB, a rede hoteleira tem 98% dos seus leitos reservados para esta data. O mesmo aconteceu na partida entre Japão e Costa do Marfim (96%), que abriu o grupo C da competição, no último sábado (14). Para os jogos entre Itália e Costa do Marfim, dia 20, cerca de 92% dos leitos estão reservados e ainda Croácia e México, entre os dias 22 e 23, a ocupação chega a 89%.

Outra cidade que apresenta um alto índice de ocupação é Fortaleza. Na partida entre Brasil e México, que acontece nesta terça-feira (16), 98% dos leitos estão ocupados nos hotéis. Os torcedores mexicanos, por exemplo, encontraram uma alternativa de hospedagem na cidade e estão acomodados em um navio de cruzeiro. Outra partida que promete lotação quase completa na capital cearense acontece dia 4 de junho, que mesmo sem adversários definidos, já tem 91% dos leitos de hotéis reservados.

Em Cuiabá, que dispunha de pouco mais de 23 mil leitos em hotéis, a procura tem sido grande. Para a partida entre Chile e Austrália, pelo Grupo B, no dia 13 de junho, as acomodações apresentaram cerca de 98% de ocupação. A lotação também será quase completa nos dias 23 e 24 de junho, quando jogam Japão e Colômbia, com 99% de leitos reservados. Campings, aluguéis de casas e albergues do programa cama a café foram alternativas mapeadas pelo Ministérios do Turismo, junto com o governo estadual e municipal para acomodar as visitantes  que não encontraram hospedagens em hotéis.

Segundo o estudo, Porto Alegre deve alcançar ocupação de 90% dos hotéis nos próximos dias 17 e 18 de junho, quando jogam na cidade Austrália e Holanda. E ainda com a vinda dos argentinos para a partida do dia 25 de junho quando a Argentina enfrenta a Nigéria e 88% dos leitos estão reservados. Em Curitiba, as maiores ocupações devem acontecer nos dias 19 e 20 de junho para a partida entre Honduras e Equador, e também nos dias 22 e 23 de junho, com Austrália e Espanha, ambos chegando a 67% de ocupação. Em São Paulo a maior ocupação hoteleira foi na partida de estreia do Brasil contra a Croácia, dia 12, com 55% dos leitos ocupados.

http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20140617.html


Copa: Fortaleza terá voo direto para a Alemanha

Em voo regular, aeronave começa a operar a rota Frankfurt/Fortaleza a partir desta sexta-feira (20)

Em plena Copa do Mundo, o Ceará ganha seu primeiro voo regular para a Alemanha. A empresa Condor Flugdienst começa a operar no trajeto Frankfurt /Fortaleza/Frankfurt a partir desta sexta-feira (20), um dia antes do time alemão enfrentar a seleção de Gana na arena Castelão, na capital cearense.

Todas as sextas-feiras, o voo de número 5038 da Condor chegará no Aeroporto Internacional Pinto Martins às 15h15, vindo da cidade alemã, e fará o caminho de volta às 16h45. A capacidade total da aeronave Boeing 767-300 é de 259 passageiros, divididos em três classes tarifárias: turística, executiva e primeira classe.

Durante a Copa do Mundo, cerca de 17 mil turistas alemães devem assistir os jogos do Mundial na Arena Castelão, segundo a Secretaria de Turismo do Ceará (Setur/CE). Destes, 12.180 estarão na partida entre Alemanha e Gana, no sábado, 21, às 17h.

Segundo a Setur, o voo inaugural chegará a Fortaleza com a capacidade máxima, sendo todos os passageiros alemães, e voltará para Frankfurt levando 237 pessoas. Na chegada, haverá batismo da aeronave na pista de pouso, solenidade de recepção e coletiva de imprensa com a presença do secretário do Turismo, Bismarck Maia, e o gerente regional para a América do Sul, José Luiz Cruz Martins.
Esta será a segunda ligação direta e regular do estado com a Europa. A TAP opera a linha Fortaleza/Lisboa há cerca de 20 anos.


http://www.turismo.gov.br/turismo/noticias/todas_noticias/20140618.html

08/06/2014

Revista alemã destaca greves, atrasos e violência no Brasil: "Morte e jogos"


Reprodução revista Der Spiegel (Foto: Reprodução / revista Der Spiegel)

Uma das principais publicações do país europeu, “Der Spiegel” produz série de reportagens com críticas à organização da próxima Copa do Mundo


Alvo de críticas em diversas publicações pela Europa, a Copa do Mundo no Brasil entrou na mira agora da revista alemã “Der Spiegel”, uma das principais do país. Com o título “Morte e jogos”, ela estampa em sua capa uma imagem do Rio de Janeiro com uma bola de fogo sobrevoando a cidade que receberá a final do torneio.

O conteúdo reúne três matérias que totalizam 10 páginas da edição e não economiza nas críticas ao Brasil. Intitulado "Gol contra do Brasil", o artigo assinado pelo repórter alemão Jens Glüsing fala das notícias sobre protestos, greves, problemas com infraestrutura e violência.

- Nas favelas do Rio, policiais e traficantes se enfrentam de maneira sangrenta. Em São Paulo, gangues queimam ônibus quase todas as noites – informa o jornalista, ao descrever o clima que encontrou no Brasil.

A revolta com as imposições da Fifa para a realização do Mundial e a frustração diante da situação atual política do Brasil, após um período de otimismo, também são itens citados pelos alemães.

Outra matéria leva o título de "Caçando elefantes brancos" e destaca os gastos do poder público para a construção de estádios. Além disso, lembra que parte dos grandes projetos prometidos pelo governo não saíram do papel, como no caso do trem-bala que ligaria o Rio de Janeiro a São Paulo, ou foram alterados.
A reforma do Maracanã, aliás, recebeu um destaque especial na matéria dos estádios.

- Hoje o Maracanã tem a cara de qualquer estádio da Fifa. Podia estar em Londres, em Frankfurt ou em Yokohama - diz a matéria, assinada pelos jornalistas Jens Glüsing e Maik Grossekathöfer.

O último dos três artigos é escrito pelo brasileiro Luiz Ruffato, que destaca a criminalidade no Brasil. Com o título "Sempre fomos violentos", ele cita acontecimentos da história brasileira e da cultura do país.

Retirado: http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2014/05/revista-alema-destaca-greves-atrasos-e-violencia-no-brasil-morte-e-jogos.html

Embaixadas alertam turistas sobre violência durante a Copa


Principal preocupação é com as altas taxas de criminalidade e protestos que deverão ocorrer durante o Mundial



SÃO PAULO - Levantamento feito pelo Ministério do Turismo projeta que 300 mil turistas estrangeiros viajarão para acompanhar a Copa do Mundo no Brasil e deixarão aqui durante o torneio mais de R$ 1,6 bilhão, já descontadas as despesas com passagens aéreas e os valores gastos no país de origem. Com a proximidade da chegada desses torcedores, embaixadas dos 31 países que participarão do Mundial começam a emitir alertas com recomendações para os turistas. E a preocupação com a criminalidade é destaque.
A página da embaixada dos Estados Unidos na internet, por exemplo, dá atenção especial aos protestos que devem ocorrer no Brasil durante a Copa e pede que o turista fique afastado de grandes aglomerações. “Se você se tornar ciente de protestos em sua proximidade, deve se manter dentro de casa e fechar portas e janelas”, diz trecho da cartilha feita pela representação dos EUA.
Aos italianos, é recomendado até tomar cuidado com “substâncias para induzir o sono”, que podem ser colocadas nas bebidas, também conhecido no Brasil como golpe do Boa Noite Cinderela (veja outros exemplos abaixo).
Em nota enviada ao Estado, o Ministério do Turismo diz que os alertas são normais. “Os diversos governos mantêm recomendações para viagens para todos os países do mundo. O Brasil, por exemplo, no Portal Consular, mantém o mesmo tipo de informações. O Ministério do Turismo entende que não há singularização em relação ao Brasil. As recomendações de segurança, como não reagir a um assalto, valem para qualquer lugar do mundo.”
Para a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), a segurança não é um impeditivo para o turismo de estrangeiros no Brasil. “Pesquisa realizada no ano passado durante a Copa das Confederações apontou que a segurança foi o terceiro item mais bem avaliado (71,7%), atrás apenas de serviços de transporte público (83,1%) e limpeza das ruas (78,35).”
A previsão de que 300 mil turistas visitarão o Brasil durante a Copa foi feita com base nas vendas de ingressos até a primeira semana de abril. Previsões mais otimistas apontam para até 500 mil estrangeiros.

RECOMENDAÇÕES

Austrália
"Durante a Copa do Mundo, espera-se protestos. Você deve evitar todas as manifestações porque elas podem se tornar violentas" 

Itália
"O Brasil é conhecido pela sua hospitalidade, no entanto, deve-se manter alta vigilância. Não tome bebidas de estranhos nem descuide do seu copo. Uma das técnicas usadas pelos ladrões é colocar substâncias para induzir o sono" 

Suíça
"Em Brasília, Rio e São Paulo há arrastões em restaurantes. Em caso de assalto, não resista e evite olhar nos olhos dos bandidos. Os criminosos não vacilam antes de matar" 

Reino Unido
"Os ladrões agem dentro de restaurantes e hotéis. Eles são bons em detectar os turistas e sabem quem carrega valores"  

França
"Os moradores de Brasília tinham certeza de viver em uma área muito segura do país, por ser capital, sede da presidência, ministérios e forças de segurança. Nos últimos anos, no entanto, seus moradores foram vítimas de roubos e sequestros brutais"

Alemanha

"É aconselhável sempre levar uma quantia de dinheiro para a rendição em caso de roubo"


Retirado: http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,embaixadas-alertam-turistas-sobre-violencia-durante-a-copa,1171571

Copa: ministério alerta turistas sobre contratação de guias

Para a segurança dos turistas que vão passear pelo Brasil durante os jogos da Copa do Mundo, o Ministério do Turismo alerta sobre a importância de acessar a lista de guias cadastrados antes de contratar os serviços de um profissional.  
banner_copa

“Consultar a lista garante que o turista vai contratar um profissional que passou por um curso de formação, que recolhe impostos, que tem atividade formal. Além disso, o registro fornece identificação. O profissional recebe um crachá com diversas informações, por exemplo, os idiomas que domina ou se é especializado em algum tipo de turismo”, explica o assessor do ministro do Turismo Ítalo Mendes.

Cadastur, banco de profissionais feito pelo Ministério do Turismo, reúne 11.252 guias. A pasta ressalta que todo guia que exerce a profissão deve ter concluído curso técnico profissionalizante na área e ter registro no Cadastur.

Além destes profissionais, o cadastro também traz listas de hotéis, campings, agências de turismo, empresas de transporte turístico, que também devem ter registro obrigatório no Ministério do Turismo.
O serviço pode ser usado tanto por quem já tem o nome ou CPF do profissional quanto por quem quer ter acesso a uma lista de guias de turismo. O cadastro existe desde 2004 e está permanentemente disponível para os interessados.

A estimativa da pasta é que 600 mil estrangeiros visitem o Brasil durante a Copa do Mundo e 3,1 milhões de brasileiros se desloquem internamente para assistir aos jogos do Mundial. 


Para facilitar a estada deles no Brasil, a Embratur, empresa ligada ao Ministério do Turismo, deve lançar nos próximos dias um aplicativo para smartphones e tablets chamado Fellowtrip. O objetivo é que os turistas possam ter mais dicas sobre o país.

retirado: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-05/ministerio-do-turismo-divulga-medida-de-seguranca-para-turistas

Conheça Caravelas-BA

   Essa encantadora cidade colonial, emoldurada por casarões em estilo art nouveau e decorados com azulejos portugueses, no litora...